<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" >
   <channel>
    <atom:link href="http://cognitiva.webnode.pt/rss/all.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
      <title><![CDATA[cognitiva.webnode.pt]]></title>
      <link>http://cognitiva.webnode.pt/archive/news/</link>
      <description></description>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Mon, 27 Feb 2012 21:54:00 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>Mon, 27 Feb 2012 21:54:00 +0100</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[Novidades]]></category>
      <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
      <generator>Webnode</generator>
      <item>
         <title><![CDATA[Stalking]]></title>
         <link>http://cognitiva.webnode.pt/news/stalking/</link>
         <description><![CDATA[
	

	A violência tem se espalhado rapidamente na sociedade contemporânea e as políticas de segurança pública não conseguem acompanhar essa evolução, principalmente no que tange as práticas delituosas dos infratores.

	Sabe-se que hoje, existe um elevado número de vítimas da violência, cujas agressões não se delimitam apenas a integridade física da vítima, mas atingem principalmente o seu lado psicológico, assim podendo ocasionar muitas vezes consequências irrecuperáveis.

	Ocorre que na...<br />
www.cognitiva.eu]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Feb 2012 21:54:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://cognitiva.webnode.pt/news/stalking/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<img alt="" height="183" src="http://files.cognitiva.webnode.pt/200000022-f1205f2136/imagesCAEUZJ7Q.jpg" style="width: 224px; height: 162px" width="276" /></p>
<p>
	A violência tem se espalhado rapidamente na sociedade contemporânea e as políticas de segurança pública não conseguem acompanhar essa evolução, principalmente no que tange as práticas delituosas dos infratores.</p>
<p>
	Sabe-se que hoje, existe um elevado número de vítimas da violência, cujas agressões não se delimitam apenas a integridade física da vítima, mas atingem principalmente o seu lado psicológico, assim podendo ocasionar muitas vezes consequências irrecuperáveis.</p>
<p>
	Ocorre que na sociedade atual, o comportamento persecutório do <em>Stalking</em> não é levado a sério, visto que é uma atitude visada em apenas uma pessoa e não na sociedade como um todo, como ocorre com os crimes de grande repercussão nacional.</p>
<p>
	<em>Stalking</em> (também conhecido por perseguição persistente) é um termo inglês que designa uma forma de violência na qual o sujeito ativo invade repetidamente a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos, tais como ligações telefônicas, envio de mensagens SMS ou através de correio eletrônico ou publicação de fatos ou boatos em sites da Internet (<a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cyberstalking&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Cyberstalking (página não existe)"><em>cyberstalking</em></a>), remessa de presentes, espera de sua passagem nos lugares que frequenta, etc. - resultando dano à sua integridade psicológica e emocional, restrição à sua liberdade de locomoção ou lesão à sua reputação. Os motivos dessa prática são os mais variados: amor, desamor, vingança, ódio, brincadeira ou inveja. (Fonte: <a href="http://www.wikipedia.org/">www.wikipedia.org</a>).</p>
<p>
	Comportamentos desse tipo foram documentados por séculos. Mas a prática foi definida como crime grave a partir da década de 90, em grande parte como consequência da relação entre celebridades muito famosas e seus fãs. O termo S<em>talking</em>, inclusive, começou a ser usado no final da década de 80 para descrever a perseguição insistente a celebridades.</p>
<p>
	A conduta de <em>Stalking </em>é bastante variada, abrangendo uma série praticamente indeterminada de ações e podendo ter por sujeitos ativo e passivo qualquer pessoa. Pode variar desde agressões físicas, ofensas morais, ameaças, violações sexuais até práticas aparentemente menos graves ou mesmo de cunho afetivo, tais como mensagens amorosas e abordagens com propostas de relacionamento. Ocorre que mesmo nestes últimos casos a conduta do <em>stalker </em>é incomodativa, desagradável e insistente para além do tolerável, ocasionando inconveniências e constrangimentos.</p>
<p>
	O <em>stalker</em>, às vezes, espalha boatos sobre a conduta profissional ou moral da vítima, divulga que é portadora de um mal grave, que foi demitida do emprego, que fugiu, que está vendendo sua residência, que perdeu dinheiro no jogo, que é procurada pela polícia etc. Vai ganhando, com isso, poder psicológico sobre o sujeito passivo, como se fosse o controlador geral dos seus movimentos.</p>
<p>
	Não obstante, tal qual já enfatizado, a conduta do <em>Stalking </em>possa ser perpetrada e sofrida por qualquer pessoa (homem ou mulher), é estatisticamente mais comum a presença dos homens no polo ativo e das mulheres no polo passivo, especialmente no que se refere a relacionamentos amorosos pretensos ou findos em que o <em>stalker </em>passa a perseguir a vítima dos mais variados modos.</p>
<p>
	Veiga (2007) identifica os seguintes efeitos do <em>stalking</em> na vida do ser humano: “Os efeitos potenciais de stalking atingem a saúde mental e emocional da vítima infligindo-lhe uma negação ou dúvida, ou seja, a vítima não acredita o que lhe está acontecendo. Em seguida, ao perceber a gravidade do fato, a vítima é tomada de uma frustração, culpa, vergonha, baixa autoestima, insegurança, choque e confusão, irritabilidade, medo e ansiedade, depressão, raiva, isolamento, perda de interesse em continuar desenvolvendo suas atividades corriqueiras, sentimentos suicidas, perda de confiança em sua própria percepção, sentimento violento para com o stalker, habilidade diminuída ao executar seu trabalho ou na escola, ou de realizar tarefas diárias. Isso tudo causa efeitos potenciais na saúde psicológica da vítima de stalking como distúrbios do sono, problemas sexuais e de intimidade, dificuldade de concentração, fadiga, fobias, ataques de pânico, problemas gastrointestinais, flutuações no peso, automedicação e desordem pós-traumático (sic) do stress.”</p>
<p>
	Nos dias atuais, uma modalidade de <em>stalking </em>muito comum é a praticada pelos chamados paparazzi, repórteres fotográficos que registram imagens de pessoas famosas sem permissão. Há também o <em>cyberstalking</em>, isto é, o <em>stalking</em> realizado pela rede mundial de computadores. As vítimas desta violência virtual podem ser usuários de bate-papo molestados por recados ofensivos que lhes são enviados, internautas que vêem suas páginas pessoais de relacionamento invadidas por anônimos, gerando-lhe desconforto e mal-estar.</p>
<p>
	O <em>stalking</em> tem crescido a cada dia e para conter essa prática, é necessário que se faça uma consciencialização popular, sobre esse fenômeno, para poder assim inibir tal comportamento, visto que essa pratica ainda é pouco conhecida pela sociedade.</p>
<p>
	Como vimos, esse tipo de assédio não se limita apenas às relações afetivas rompidas, mas pode ser encontrada no ambiente de trabalho e nos mais diversos locais em que haja interação social. As vitimas destes perseguidores, muitas vezes não os denunciam, por medo, assim dando-lhes a sensação de impunidade.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Referências:</strong></p>
<p>
	VEIGA, Ademir Jesus da. O crime de perseguição insidiosa (stalking) e a ausência da legislação brasileira. Cascavel: Coluna do Saber, 2007, p. 89&nbsp;</p>
<p>
	JESUS, Damásio Evangelista de. Stalking. Disponível em <a href="http://www.jusnavigandi.com.br/">www.jusnavigandi.com.br</a> , acesso em 27/01/2012.</p>
<p>
	MARTÍNEZ, Rubén.Quebrantamiento de condena o medida. Revista Digital Otrosí.Net. Disponível em <a href="http://www.otrosi.net/">www.otrosi.net</a> , acesso em 27/01/2012.</p>
<p>
	Stalking ou Assédio por Intrusão – Relação e Aplicabilidade das medidas protetivas de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. <a href="http://www.conteúdojuridico.com.br">www.conteúdojuridico.com.br</a></p>
<p>
	Ficheiro: <a href="http://files.cognitiva.webnode.pt/200000023-83a29849cd/Stalking_Intervencao%5B1%5D.pdf">Stalking_Intervencao[1].pdf (161,4 kB)</a></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<br />
www.cognitiva.eu]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Depressão e Sintomas Cognitivos relacionados]]></title>
         <link>http://cognitiva.webnode.pt/news/depress%c3%a3o%20e%20sintomas%20cognitivos%20relacionados/</link>
         <description><![CDATA[
	Depressão e Sintomas Cognitivos relacionados

	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A depressão é uma doença "do organismo como um todo", que compromete o físico, o humor e, em consequência, o pensamento. A Depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afeta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas. É, portanto, uma doença...<br />
www.cognitiva.eu]]></description>
         <pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:58:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://cognitiva.webnode.pt/news/depress%c3%a3o%20e%20sintomas%20cognitivos%20relacionados/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
	<strong>Depressão e Sintomas Cognitivos relacionados</strong></p>
<p>
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A depressão é uma doença "do organismo como um todo", que compromete o físico, o humor e, em consequência, o pensamento. A Depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afeta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas. É, portanto, uma doença afetiva ou do humor, não é simplesmente estar com uma tristeza passageira. Também não é sinal de fraqueza, de falta de pensamentos positivos ou uma condição que possa ser superada apenas pela força de vontade ou com esforço. Sem tratamento, os sintomas podem durar semanas, meses ou anos. O tratamento adequado, entretanto, pode ajudar a maioria das pessoas que sofrem de depressão.</p>
<p>
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De modo geral, a depressão resulta numa inibição global da pessoa, afeta a parte psíquica, as funções mais nobres da mente humana, como a memória, o raciocínio, a criatividade, a vontade, o amor e o sexo, e também a parte física. Enfim, tudo parece ser difícil, problemático e cansativo para o deprimido. Os sentimentos depressivos vêm do interior da pessoa e não de fora dela e é por isso que as coisas do mundo, as quais normalmente são agradáveis para quem não está deprimido, parecem aborrecedoras e sem sentido para o deprimido. A pessoa deprimida sabe e tem consciência das coisas boas de sua vida, sabe que tudo poderia ser bem pior, pode até saber que os motivos para seu estado sentimental não são tão importantes assim, entretanto, apesar de saber isso tudo e de não desejar estar dessa forma, continua muito deprimido.<br />
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pelo menos seis sintomas ou processos cognitivos desempenham papéis importantes na depressão. <strong>Primeiro</strong>, os indivíduos deprimidos têm autoestima muito baixa, o que significa via de regra pensam que são inadequados, inferiores, incompetente e/ou sem valor, além de sentirem frequentemente culpados por seus fracassos. Um <strong>segundo</strong> sintoma cognitivo importante é o pessimismo. Os indivíduos deprimidos acreditam que jamais serão capazes de resolver seus problemas e que a tendência das coisas é apenas piorar. Em <strong>terceiro</strong>, algumas pessoas com depressão apresentam redução de motivação. Uma vez que não acreditam que terão capacidade para resolver seus problemas, os deprimidos não veêm razão para trabalhar sobre tais problemas ou buscar ajuda para superá-los. Tudo parece perdido e sem esperança.</p>
<p>
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Infelizmente, depressão, baixa autoestima, pessimismo e falta de motivação tendem a propaga-se e abranger mais do que apenas a causa original da depressão. Esta generalização de atitudes negativas é o <strong>quarto</strong> sintoma cognitivo da depressão. O <strong>quinto </strong>sintoma cognitivo é o exagero da seriedade dos problemas, podendo até levar ao delírio. Em <strong>sexto</strong>, está o sintoma cognitivo que desempenha um papel importante na depressão que são os processos de pensamentos mais lentos, ou seja, neste caso os indivíduos deprimidos carecem de motivação energia mental para pensar rapidamente e trabalhar ativamente sobre um problema.</p>
<p>
	&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Muitas vezes as pessoas acostumam-se com a “doença”, ou por achar que não há outro modo de viver ou por medo, vergonha e receio de admitir que algo está “errado”.</p>
<p>
	&nbsp;É importante que o indivíduo fique ciente de que com ajuda psicoterapêutica estes sintomas podem ser reduzidos e até desaparecem por completo, melhorando a qualidade de vida em todos os sentidos. Em alguns casos concomitante a psicoterapia o paciente precisará de ser também acompanhado por um psiquiatra para fazer uso de medicamento adequado aos sintomas.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p align="right">
	Por Lissia Pinheiro</p>
<p align="right">
	www.cognitiva.eu</p>
<br />
www.cognitiva.eu]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></title>
         <link>http://cognitiva.webnode.pt/news/transtorno%20de%20p%c3%a2nico/</link>
         <description><![CDATA[
	O que é Síndrome do Pânico ?

	A Síndrome do Pânico é caracterizada pela ocorrência de freqüentes e inesperados ataques de pânico. Os ataques de pânico, ou crises, consistem em períodos de intensa ansiedade e são acompanhados de alguns sintomas específicos.

	Os ataques de pânico se iniciam geralmente com um susto em relação a algumas sensações do corpo. Estas sensações disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de perda de equilíbrio, tontura,...<br />
www.cognitiva.eu]]></description>
         <pubDate>Tue, 21 Feb 2012 02:54:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://cognitiva.webnode.pt/news/transtorno%20de%20p%c3%a2nico/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center">
	<strong>O que é Síndrome do Pânico ?</strong></p>
<p>
	A Síndrome do Pânico é caracterizada pela ocorrência de freqüentes e inesperados ataques de pânico. Os ataques de pânico, ou crises, consistem em <strong>períodos de intensa ansiedade</strong> e são acompanhados de alguns sintomas específicos.</p>
<p>
	Os ataques de pânico se iniciam geralmente com um <strong>susto em relação a algumas sensações do corpo. </strong>Estas sensações disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de perda de equilíbrio, tontura, falta de ar, alguma palpitação diferente ou um tremor, por exemplo.&nbsp;</p>
<p>
	A partir deste susto inicial, começa um processo de medo e ansiedade que vai crescendo até atingir uma intensidade em que a pessoa se sente em estado de desespero e pânico.&nbsp;</p>
<p>
	No estado de pânico a pessoa pode se sentir "fora da realidade", com falta de ar, taquicardia, com temores de que&nbsp;vai desmaiar, perder o controle, enlouquecer ou mesmo&nbsp;morrer.&nbsp;</p>
<p>
	As crises de Pânico são estados passageiros de muito sofrimento emocional, com o pavor de que o organismo entre em colapso, com medo de desmaiar, enlouquecer e até morrer.</p>
<p>
	<strong>Os sintomas mais comuns nas crises de Pânico são:</strong></p>
<p>
	Taquicardia, perda do foco visual, falta de ar, dificuldade de respirar, formigamentos, vertigem, tontura, dor ou desconforto no peito, medo de perder o controle, sensação de irrealidade, despersonalização, medo de enlouquecer, sudorese, tremores, náuseas, desconforto abdominal, calafrios, ondas de calor, medo de desmaiar, sensação de iminência da morte, boca seca.</p>
<p>
	Nem todos estes sintomas podem estar presentes nas crises, mas alguns sempre estarão. Há crises mais completas e outras menores, com poucos sintomas.</p>
<p>
	Geralmente as crises têm <em>início súbito</em> e a intensidade dos sintomas cresce de modo acelerado, muitas vezes acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente e por uma ânsia de escapar da situação. A freqüência dos ataques de pânico varia de pessoa para pessoa.&nbsp;</p>
<p>
	Uma das características da Síndrome do Pânico é a pessoa viver com muita ansiedade, na expectativa constante de ter uma nova crise. Este processo, denominado <em>ansiedade antecipatória</em>, leva muitas pessoas a evitarem certas situações e a restringirem suas vidas a um mínimo de atividades.</p>
<p>
	Podem ocorrer reações fóbicas secundárias, que geralmente estão relacionadas às situações nas quais a pessoa teve as primeiras crises (no elevador, dirigindo, passando por um determinado lugar, etc). A partir daí, a pessoa passa a associar essas situações às crises. Com o tempo, os sintomas do Pânico tendem a ocorrer em outras situações também, mas é muito comum a pessoa continuar a temer situações específicas, que acentuariam o estado de ansiedade, desencadeando novas crises.</p>
<p>
	Há uma classificação diagnóstica de Síndrome do Pânico <em>com</em> e <em>sem</em> agorafobia. A agorafobia é um estado de ansiedade relacionado a estar em locais ou situações onde escapar ou obter ajuda poderia ser difícil, caso a pessoa tenha um ataque de pânico. Pode incluir várias situações como estar sozinho, estar no meio de multidão, estar dentro do carro, metrô ou ônibus, estar sob um viaduto, etc.</p>
<p>
	Frequentemente a pessoa precisa de alguém para acompanhá-la e se sentir mais segura e acaba elegendo alguém como companhia preferencial. Este fator é muito importante para se compreender a dinâmica psicológica da Síndrome do Pânico.</p>
<p>
	Para que a pessoa tenha uma recuperação real do estado de Pânico é importante não desconsiderar o sofrimento da pessoa, ensinando técnicas de auto-regulação que ajudem a controlar as crises de Pânico, e, ao mesmo tempo poder trabalhar as causas que precipitaram a pessoa no pânico. Este processo passa por uma grande transformação no modo como a pessoa lida com as sensações de seu corpo e caminhar na transformação de seus padrões vinculares. Enquanto não superar estas questões, a pessoa permanece fragilizada, com possibilidade de muitas recaídas .</p>
<br />
www.cognitiva.eu]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Estratégia do A.C.A.L.ME.-S.E]]></title>
         <link>http://cognitiva.webnode.pt/news/estrategia-do-a-c-a-l-me-s-e/</link>
         <description><![CDATA[
	A chave para lidar com um estado de ansiedade é aceitá-lo totalmente. Permanecer no presente e aceitar suas ansiedade fazem-na desaparecer. Para lidar com sucesso com sua ansiedade, você pode utilizar a estratégia “A.C.A.L.M.E.-S.E” de oito passos. Usando-a, você estará apto (a) a aceitar a sua ansiedade até que ela desapareça.

	&nbsp;

	A Aceite a sua ansiedade. Um dicionário define aceitar como dar “consentimento em receber”. Concorde em receber as suas sensações de ansiedade. Mesmo que...<br />
www.cognitiva.eu]]></description>
         <pubDate>Sat, 18 Feb 2012 22:59:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://cognitiva.webnode.pt/news/estrategia-do-a-c-a-l-me-s-e/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	A chave para lidar com um estado de ansiedade é aceitá-lo totalmente. Permanecer no presente e aceitar suas ansiedade fazem-na desaparecer. Para lidar com sucesso com sua ansiedade, você pode utilizar a estratégia “A.C.A.L.M.E.-S.E” de oito passos. Usando-a, você estará apto (a) a aceitar a sua ansiedade até que ela desapareça.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>A </strong>Aceite a sua ansiedade. Um dicionário define aceitar como dar “consentimento em receber”. Concorde em receber as suas sensações de ansiedade. Mesmo que lhe pareça absurdo no momento, aceite as sensações do seu corpo assim como você aceitaria em sua casa um hóspede inesperado e desconhecido ou uma dor incômoda. Substitua seu medo, raiva e rejeição por aceitação. Não lute contra as sensações. Resistindo, você estará prolongando e intensificando o seu desconforto. Ao invés disso, flua com ela.</p>
<p>
	<strong>C</strong> Contemple as coisas à sua volta. Não fique olhando para dentro de você, observando tudo e cada coisa que sente. Deixe acontecer com seu corpo o que ele quiser sem julgamento: nem bom nem mau. Olhe à sua volta, observando cada detalhe da situação em que você está. Descreva-os minuciosamente para você, como um meio de afastar-se de sua observação interna. Lembre-se: você não é sua ansiedade. Quanto mais puder separar-se de sua experiência interna e ligar-se nos acontecimentos externos, melhor se sentirá. Esteja com ansiedade, mas não seja ela; seja apenas observador.</p>
<p>
	<strong>A</strong> Aja com usa ansiedade. Aja como se você não estivesse ansioso (a), isto é, funcione com suas sensações de ansiedade. Diminua o ritmo, a velocidade com que você faz as suas coisas, mas mantenha-se ativo (a)! Não se desespere, interrompendo tudo para fugir. Se fugir, a sua ansiedade diminuirá, mas o seu medo aumentará, donde na próxima vez a sua ansiedade será pior. Se você ficar onde está – e continuar fazendo as suas coisas – tanto a sua ansiedade quanto o seu medo diminuirão. Continue agindo, bem devagar!</p>
<p>
	<strong>L</strong> Libere o ar de seus pulmões, bem devagar! Respire bem devagar, calmamente, inspirando pouco ar pelo nariz e expirando longa e suavemente pela boca. Conte até três, devagarzinho, na inspiração, outra vez até três prendendo um pouco a respiração e até seis na expiração. Faça o ar ir para o seu abdome, estufando-o ao inspirar e deixando-o contrair ao expirar. Não encha os pulmões. Ao exalar, não sopre: apenas deixe o ar sair lentamente pela boca. Procure descobrir o ritmo ideal de sua respiração, nesse estilo e nesse ritmo, e você descobrirá como isso é agradável.</p>
<p>
	<strong>M</strong> Mantenha os passos anteriores. Repita cada um, passo a passo. Continue a: 1) aceitar sua ansiedade, 2) contemplar, 3) agir com ela e 4) respirar calma e suavemente até que ela diminua e atinja um nível confortável. E ela irá, se você continuar repetindo estes quatro passos: aceitar, contemplar, agir e respirar.</p>
<p>
	<strong>E</strong> Examine seus pensamentos. Talvez você esteja antecipando coisas catastróficas. Você sabe que elas não acontecem. Você já passou por isso muitas vezes e sabe que nunca aconteceu nada do que pensou que aconteceria. Examine o que você está dizendo para si mesmo (a) e reflita racionalmente para ver se o que pensa é verdade ou não: você tem provas sobre se o que pensa é verdade? Há outras maneiras de entender o que lhe está acontecendo? Lembre-se: você está apenas ansioso (a) – isto pode ser desagradável, mas não é perigoso. Você está pensando que está em perigo, mas tem provas reais e definitivas disso?</p>
<p>
	<strong>S</strong> Sorria você conseguiu! Você merece todo o seu crédito e todo o seu reconhecimento. Você conseguiu, sozinho (a) e com seus próprios recursos, tranqüilizar-se e superar esse momento. Não é uma vitória, pois não havia um inimigo, apenas um visitante de hábitos estranhos que você passou a compreender e aceitar melhor. Você agora saberá como lidar com visitantes estranhos.</p>
<p>
	<strong>E</strong> Espere o futuro com aceitação. Livre-se do pensamento mágico de que você terá se livrado definitivamente, ara sempre de sua ansiedade. Ela é necessária para você viver e continuar vivo (a). Em vez de considerar-se livre dela, surpreenda-se pelo jeito como a maneja como acabou de fazer agora. Esperando a ocorrência de ansiedade no futuro, você estará em uma boa posição para lidar com ela novamente.</p>
<br />
www.cognitiva.eu]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>